quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Copo comestível de alga pode substituir descartáveis


Uma idéia mais do que genial , em um tempo onde os problemas ambientais têm ganhado grande repercussão na mídia em geral e o uso de produtos sustentáveis é cada vez mais difundido.
O uso de descartáveis, principalmente por empresas, gera um volume de lixo enorme. Os copos descartáveis têm vida útil muito curta. Calcula-se que dura em média 13s e depois vão ao lixo.


Muitas pessoas perguntam sobre o consumo de água para lavar as canecas, se não é mais prejudicial do que utilizar os descartáveis. A resposta é enfática: NÃO! Um copo descartável consome água em sua fabricação, cerca de um copo do líquido para cada copo produzido. E para reciclar esse copo é consumida mais água. Some a isso o petróleo usado em sua fabricação, o lixo que esse copo representa e os combustíveis gastos para fazer esse copo chegar até você. Agora multiplique esse número pela quantidade de vezes que você bebe água todos os dias e pelos dias do ano.


 Essa idéia mais do que genial foi realizada no escritório nascional  de desing norte-americano  The Way We See The World  desenvolveu um copo que pode , finalmente encerrar esse debate: o Jelloware.


 Feito de ágar-ágar , um tipo de gelatina de algas , o copo é comestível e , por isso resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo , desperdício de água e poluíção  , debatidos no consumo dos demais tipos de copos . Coloridos e maleáveis , os Jellowares são fabricados em três versões - limão , mangericão , gengibre e hortelã , alecrim e beterraba- dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com sua bebida .



  O produto só requer dois cuidados : se não for consumido imediatamente , ele deve ser quardado na geladeira , ao invés  do bom e velho armário de louças , e a sua ingestão  deve ser controlada . Isso porque , segundo os fabricantes , comer mais do que três  Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde  , já que a ágar-ágar  possui propiedades laxantivas . Quem não quiser correr o risco de passar o dia inteiro no banheiro  ou estiver de regime  , nã precisa comer o copo : o Jellowares é biodegradável e , por isso , segundo os fabricantes , pode ser enterrado em qualquer área verde , que se transformará em adubo para as plantas .





 São essas idéias que fazem todo a diferença para o nosso Meio Ambiente , quem sabe não se pode também fazer o mesmo com pratos e outras coisas descartáveis ?


 Essa notícia foi mais que satisfotória que eu já postei no meu Blog espero que vocês também tenham gostado . E um brinde ao Meio Ambiente.
fonte; plantão meio ambiente. 

sábado, 28 de janeiro de 2012

Luminária de colher

Você fez uma festa em casa e agora sua pia está cheia de talhares de plástico? Não jogue as colheres fora! Com elas você pode, acredite, criar uma luminária muito, mas muito criativa.

A ideia abaixo é simples, tem um resultado incrível é ecologicamente correta. Que tal tentar?


- Limpe as colheres.

- Retire o cabo de cada umas usando para isso uma faca ou uma tesoura (cuidado com as mãos!).


- Pegue uma garrafa vazia e corte a sua base em formato circular, usando um estilente.


- Comece a colar as colheres em volta da garrafa como na foto abaixo.

- Caso queira dar uma acabamento na parte superior de sua luminária, cole as colheres fazendo um arranjo circular, como mostra a foto a seguir, e posicione-o no topo da garrafa.

Feito! Olha só o visual!


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Aprenda a fazer: saquinhos de lixo feitos com jornal.

Essa dica da Juliana Valentini é bem legal: como criar um saquinho de jornal para substituir o uso de sacolinhas plásticas nas lixeiras.
O saquinho de jornal tem inspiração no origami e cabe perfeitamente nos lixinhos convencionais. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer: só leva 20 segundos para montar. Vamos tentar?

Passo-a-passo:


1) Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.


2) Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.

3) Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.

4) Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.

5) Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.

6) Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

7) Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

8) Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

9) Pronto! É só encaixar dentro do seu cestinho e reduzir a quantidade de sacos plásticos jogados no lixo.
 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Dinheiro velho vai virar adubo na Amazônia

Antes deixada em lixões, parte das cédulas de dinheiro que o Banco Central joga fora terão agora um novo destino: serão adubo na Amazônia.
A proposta partiu de um funcionário do banco em Belém (PA), que por acaso cursa também agronomia na Universidade Federal Rural da Amazônia. Depois de mais de três anos de testes e negociações, o banco, a universidade, o governo do Pará e o sindicato de servidores do banco assinaram no ano passado um convênio de R$ 100 mil para desenvolver o projeto.
Inicialmente, serão usadas 11 toneladas de notas que o banco tritura todo mês na região Norte. Elas equivalem a aproximadamente R$ 17 mil. Com isso, as cédulas, que contêm metais pesados, deixarão de ir para aterros sanitários ou ser queimadas, como já foi feito.
O adubo terá, além de dinheiro, restos de grama seca (chamada de palhada) e de outros vegetais, que se tornam lixo no Ceasa de Belém. A potência do composto, disse Carlos Costa, professor de ecologia da UFRA que coordena o projeto, é comparável à das fezes da galinha, e superior à do esterco bovino. ”Isso é inédito no mundo. Acho que deve incentivar outros bancos centrais a fazer”, afirmou Costa sobre a ideia, que será patenteada. O adubo deve, dentro de um ano, começar a ser distribuído para pequenos produtores rurais de cidades próximas a Belém.
Fonte: Folha Online